Um dos ícones mais belos que, desde os primeiros séculos da Igreja, representou o Senhor Jesus é o do Bom Pastor. A atitude do rebanho com relação ao Bom Pastor é apresentada por S. João, com dois verbos que designam as características fundamentais daqueles que vivem o seguimento de Cristo: ESCUTAR e SEGUIR. Este blog é uma modesta colaboração, uma partilha, para quem deseja escutar e seguir o Bom Pastor.
Páginas
sexta-feira, 22 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Eco da Palavra da Solenidade de Pentecostes (27/05/2012) – Jo 20,19-23
Quando a Igreja nos manda
“participar da Santa Missa todos os domingos e dias santificados” (e esse é o
primeiro mandamento da Igreja, hoje tão esquecido!) ela não tem outro interesse
senão o que de que vivamos em plenitude os mistérios de Cristo celebrados em
cada domingo como que em lições subsequentes, de modo que se perdemos uma,
teremos dificuldade para compreender as seguintes. Viver fiel e intensamente o
Ano Litúrgico é mergulhar no mistério de Cristo e deixar-se transformar por
ele.
Digo isso, hoje, porque com a
Solenidade de Pentecostes coroamos o Mistério Pascal e Deus se torna conhecido
em nós na plenitude da sua revelação: já conhecemos o Pai, nosso criador, somos
obra de suas mãos e tudo o que existe no mundo criado revela a sua grandeza; já
conhecemos o Filho, Jesus Cristo, nosso Senhor e salvador, pois há 50 dias
celebramos a sua paixão, morte e ressurreição; hoje nos é dado conhecer o
Espírito Santo, aquele mesmo Espírito que pôs ordem ao caos da criação, que animou
Jesus na sua missão salvadora e que agora é dado a nós, Igreja como
santificador.
São João tem uma forma toda
própria de falar da vinda do Espírito Santo.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Eco da Palavra do V e do VI Domingos da Páscoa (06 e 13/05/2012) – Jo 15,1-17
Nestes
dois últimos domingos do tempo pascal a liturgia nos apresentou a alegoria da vinha.
Nela, Jesus afirma ser ele o tronco da videira; nós, os ramos e o Pai, o
agricultor que plantou esta videira (cf. Is 5,1-2), dela cuida e espera que ela
produza os devidos frutos: «Nisto meu Pai
é glorificado, que deis muito fruto…» (Jo 15,8a).
Se
nos lembrarmos que no IV Domingo da Páscoa ouvimos a alegoria do Pastor e do seu
rebanho, podemos aqui afirmar que a proposta de Jesus se intensifica para nós.
Ou seja, nós que outrora éramos chamados a ser ovelhas do rebanho de Cristo,
sendo por ele conhecidas e conhecendo a sua voz e seguindo-a, agora somos
chamados a uma união mais íntima, existencial, diria, ontológica (essencial, no
nível do ser). Se pastor e ovelha jamais serão uma única realidade, mas sempre
serão distintos; troco e ramos jamais serão distintos, pois a separação implica
que o ramo na viva, mas seque e seja lançado ao fogo. Ou seja, Jesus nos revela
que a nossa vida depende na sua existência da nossa união com Ele. Não basta o
relacionamento de conhecimento e obediência, próprios do pastor e seu rebanho;
é preciso uma união mais profunda que possibilite a transmissão da mesma seiva
de vida que alimenta o tronco aos ramos, para que neles essa mesma seiva gere
os frutos esperados pelo divino agricultor.
Assinar:
Postagens (Atom)

