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domingo, 2 de outubro de 2011

Subir ou descer, qual é o projeto cristão?

A Carta aos Filipenses (2,6-8) nos diz que “Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. É um caminho de descida, chamado na teologia de Kênosis, palavra grega que se traduz por “esvaziamento”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eco da Palavra – XXIV Dom. do Tempo Comum (11/09/2011) – Mt 18, 44-52


Depois de lermos os Sermões da Montanha (Mt 5-7), Apostólico ou Missionário (Mt 10) e Parabólico (Mt 13), agora estamos no quarto grande sermão do Evangelho de Mateus: o Sermão ou Discurso Eclesiológico (Mt 18), onde o evangelista compila os ensinamentos de Jesus sobre a vida na comunidade eclesial.
Domingo passado o ensinamento era sobre a co-responsabilidade dos batizados quanto à salvação. Jesus nos ensinou a fazer todo o possível para que os irmãos que erram retomem o bom caminho, o caminho da salvação. E o profeta Ezequiel nos alertou para não nos omitirmos, pois isto poderia complicar a nossa própria salvação (Cf. Ez 33,7-9).
Nesta semana, Jesus nos dá mais um ensinamento quanto à nossa convivência eclesial: é sobre o PERDÃO.

domingo, 4 de setembro de 2011

Um testemunho eloqüente de fé em meio a uma sociedade descristianizada


Em meados do mês de agosto, juntamente com alguns jovens de nossa paróquia, tive a oportunidade de viver em Madri, na Espanha, a 26ª Jornada Mundial da Juventude: um encontro de 2 milhões de jovens de todo o mundo com o sucessor de Pedro, Sua Santidade o Papa Bento XVI.
Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a realidade laica, secularista, descristianizada em que vive a Espanha e, de certo modo, toda a Europa.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Outro Olhar: Jesus de Nazaré

Queridos(as) irmãos(ãs),
Partilho com vocês esses vídeos do Programa "Em pauta", da TV Canção Nova, sobre o livro "Jesus de Nazaré", escrito pelo teólogo Joseph Ratzinger (Bento XVI).
A presença do nosso querido irmão Pe. Luis Henrique Eloy e Silva só enriquece o programa e provoca a vontade de ler o livro.
Depois de ver o programa, aqui organizado em três vídeos, eu quis ler o livro e já comecei. Quem sabe, você também faça o mesmo?
Deixe o seu comentário, pois o que faz o nosso blog é a interatividade.
Abraços...


Pe. Jean Poul
Varginha/MG
28/07/2011


  

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Eco da Palavra – XVII Dom. do Tempo Comum (24/07/2011) – Mt 13, 44-52

Estamos concluindo mais um ciclo na liturgia dominical do Tempo Comum. Este ano estamos lendo o evangelho de São Mateus. E Mateus, como cada um dos evangelistas, organiza o seu evangelho em vista dos seus objetivos. A organização de Mateus é compilar cinco grandes discursos ou sermões de Jesus e intercalar feitos, sinais, milagres, atos de Jesus que comprovem e reforcem o seu ensinamento. Na primeira parte do Tempo Comum, ainda antes da quaresma, lemos e refletimos na liturgia o primeiro grande sermão, talvez o mais conhecido, o Sermão da Montanha. Logo depois de Pentecostes, quando retomamos o Tempo Comum, ouvimos o Sermão Apostólico ou Missionário, quando Jesus orienta e envia os seus discípulos em missão. Há três ou quatro semanas estamos acolhendo o Sermão Parabólico ou das Parábolas. Diferentemente dos outros evangelistas que espalham as parábolas ao longo da vida pública de Jesus, em seus evangelhos, Mateus concentra as principais parábolas neste grande sermão que estamos encerrando neste domingo, com três preciosas e pequenas parábolas. Aliás, dizem que “os melhores perfumes estão nos pequenos frascos”.