Neste domingo, é quase desnecessário fazer a homilia, pois o próprio Senhor Jesus conta a parábola do semeador e a explica logo em seguida. Contudo, vivemos numa sociedade que a cada dia se torna mais impermeável à semente da Palavra. Por isso, colocamo-nos a refletir sobre o que Jesus nos disse não para compreendê-la apenas, mas para que ela alcance a profundidade da nossa existência, germine em nossa vida e nos faça produzir as flores e os frutos cuja potencialidade traz a semente.
Um dos ícones mais belos que, desde os primeiros séculos da Igreja, representou o Senhor Jesus é o do Bom Pastor. A atitude do rebanho com relação ao Bom Pastor é apresentada por S. João, com dois verbos que designam as características fundamentais daqueles que vivem o seguimento de Cristo: ESCUTAR e SEGUIR. Este blog é uma modesta colaboração, uma partilha, para quem deseja escutar e seguir o Bom Pastor.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Outro Olhar: É dia de Festa
Queridos(as) irmãos(ãs),
Partilho com vocês essa música, composta numa das comunidades da paróquia a que sirvo e apresentada pelo grupo que reúne pessoas de várias comunidades.
Foi a vencedora do 31º Festival da Canção Cristã de Varginha/MG, acontecido nos dias 23, 24 e 25 de junho passado.
Merece ser partilhada.
Deixe o seu comentário, pois o que faz o nosso blog é a interatividade.
Abraços...
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Abraços...
Pe. Jean Poul
Varginha/MG
06/07/2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
O que é verdadeiramente a amizade? Bento XVI
«Já não sois servos, mas amigos» (cf. Jo 15, 15). O que é verdadeiramente a amizade? Idem velle, idem nolle – querer as mesmas coisas e não querer as mesmas coisas: diziam os antigos. A amizade é uma comunhão do pensar e do querer. O Senhor não se cansa de nos dizer a mesma coisa: «Conheço os meus e os meus conhecem-Me» (cf. Jo 10, 14). O Pastor chama os seus pelo nome (cf. Jo 10, 3). Ele conhece-me por nome. Não sou um ser anônimo qualquer, na infinidade do universo. Conhece-me de modo muito pessoal. E eu? Conheço-O a Ele? A amizade que Ele me dedica pode apenas traduzir-se em que também eu O procure conhecer cada vez melhor; que eu, na Escritura, nos Sacramentos, no encontro da oração, na comunhão dos Santos, nas pessoas que se aproximam de mim mandadas por Ele, procure conhecer sempre mais a Ele próprio. A amizade não é apenas conhecimento; é sobretudo comunhão do querer. Significa que a minha vontade cresce rumo ao «sim» da adesão à d’Ele. De fato, a sua vontade não é uma vontade externa e alheia a mim mesmo, à qual mais ou menos voluntariamente me submeto ou então nem sequer me submeto. Não! Na amizade, a minha vontade, crescendo, une-se à d’Ele: a sua vontade torna-se a minha, e é precisamente assim que me torno de verdade eu mesmo. Além da comunhão de pensamento e de vontade, o Senhor menciona um terceiro e novo elemento: Ele dá a sua vida por nós (cf. Jo15, 13; 10, 15). Senhor, ajudai-me a conhecer-Vos cada vez melhor! Ajudai-me a identificar-me cada vez mais com a vossa vontade! Ajudai-me a viver a minha existência, não para mim mesmo, mas a vivê-la juntamente convoco para os outros! Ajudai-me a tornar-me sempre mais vosso amigo! (Bento XVI, na homilia do dia 29/06/2011)
domingo, 3 de julho de 2011
Escola de Oração: VII – Aprendendo a orar com os Salmos – Bento XVI – Catequese do dia 22/06/2011
Nas catequeses anteriores, vimos algumas figuras do Antigo Testamento, particularmente significativas, em nossa reflexão sobre a oração. Falei sobre Abraão, que intercede pelas cidades estrangeiras; sobre Jacó, que, na luta noturna, recebe a bênção; sobre Moisés, que invoca o perdão sobre o povo; e sobre Elias, que reza pela conversão de Israel. Com a catequese de hoje, eu gostaria de iniciar uma nova etapa do caminho: ao invés de comentar episódios particulares de personagens em oração, entraremos no “livro da oração” por excelência, o Livro dos Salmos. Nas próximas catequeses, leremos e meditaremos alguns dos salmos mais belos e mais apreciados pela tradição orante da Igreja. Hoje, eu gostaria de introduzir esta etapa falando do Livro dos Salmos em seu conjunto.
Eco da Palavra – XIII Dom. do Tempo Comum (26/06/2011) – Mt 10,37-42
Depois de celebrarmos as Festas Pascais, com seus preparativos na Quaresma e seus prolongamentos no Tempo Pascal, que encerramos com a Solenidade de Pentecostes e depois de celebrarmos os dois grandes mistérios da nossa fé: a Santíssima Trindade e a Santíssima Eucaristia, no último domingo e na última quinta-feira respectivamente, retomamos nosso caminhar no Tempo Comum.
O Tempo Comum caracteriza-se pelo cotidiano. É o tempo do amadurecimento, por isso predomina a cor verde. É o tempo da simplicidade, do corriqueiro, o tempo das leituras contínuas das histórias da Bíblia. É o tempo do ministério público de Jesus para formar seus discípulos que assumiriam a missão quando da sua volta para o Pai.
Deve ser assim também conosco. O Tempo Comum deve ser o tempo da nossa formação na escola de Jesus de Nazaré, o missionário do Pai e anunciador do Reino. Devemos aproveitar cada uma das lições que ele nos ensina em cada domingo e porque não em cada dia, aprendê-la para sempre e aplicá-la em nossa vida concreta, diária, prática.
E, quais são as lições de hoje, deste 13º Domingo do Tempo Comum?
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